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visito tds os rastros de nós que ficou por aqui, pra vê se encontro o que não perdi. talvez você tenha esquecido, faz uns anos que não alimenta essa parte de mim que você cospe por aqui, talvez eu já tenha acabado dentro de você. e juro, não dói, não mais. mas incomoda não amar, não doer, não gritar.

não alimente essa tag, ela não faz mais parte de quem você é, do que você sente, do que você respira.
volta e meia me visite
me reviva
me dê a chance de te lembrar que por aqui houve amor
que acabou
mas que durou o suficiente pra virar lembrança.

A dor que me cabe agora não é minha, eu sequer causei. A dor que me arde agora eu comprei na esquina da vida de alguém. Eu tenho vivido de lágrimas alheias, e isso nunca foi bom pra mim. Mas se alguém que eu digo que amo não consegue sorrir, isso sim é ruim. Eu compro todas as dores e sofro de todos os amores que eu sem querer não vivi. Se for pra causar sorrisos e não deixarem lágrimas cair. Eu compro, devo Deus e o mundo.
Juliana Ribeiro. (via porredesaudade)
Eu perguntei 18 vezes: Você tem certeza que quer ir embora? E cada “sim” era uma pancada diferente.
Matheus, 1º dia sem ela (via valiosos)
Eu odiava a palavra adeus. Até conhecer pessoas que foram embora sem ao menos dar tchau. E se você acha que doi ouvi-lo, não ouvi-lo doi bem mais.
Juliana Ribeiro.     (via restituido)
Fiz uma cicatriz com todos os pontos que você perdeu comigo.
Eu me chamo Antônio.   (via thiaramacedo)

damn dream

umafestapromeucancer:

houve uma festa, no meio da cidade, num galpão, com cerveja quente e jazz.
os letreiros luminosos e azuis diziam:
“BEM VINDO AO INFERNO, TRAGA UM PEDAÇO DO SEU”
e eu levei você.

y

jardinador:

mergulhei fundo em cada gota do seu oceano guardado por detrás dos teus olhos castanhos.

Gostava mais de mim antes de virar retalhos de outras pessoas por ai. Sou pedaços de estranhos. De bocas desconhecidas, de corações partidos e de promessas não cumpridas. Hoje eu sou o que restou de cada nós que se perdeu. E por mais que eu lute, nunca voltarei a ser somente eu.
Juliana Ribeiro. (via porredesaudade)
É que eu amo até a ponta do seu nariz. Quando você sorri e seus olhos ficam sufocados entre as tuas pálpebras, é quase como um pequeno milagre, quase como um sopro de vida nos meus pulmões me lembrando que há muito pelo que respirar. Que cada vez que eu inalar um pouco de você, é uma nova vida que nasce dentro de mim, alimentando não só meu meu corpo, como também minha alma. E que eu amo até o seu pé de cabelo bem feito na quarta a tarde, e seu cheiro de creme de barbear da quinta, denunciando minuciosamente que na sexta eu terei que me esforçar para recordar quem foi você na segunda. Porque cada dia você é um cara diferente. Porque hoje você é mais meu do que foi ontem e que, amanhã serei mais tua do que sempre fui. E que sendo sua, sou você. Sou sua pele, seus olhos ressacados, seu abraço firme. Eu sou a parte de você que se move, que respira outro ar, que vive outra vida. Eu sou você em outro corpo, outra direção. Mas, ainda assim, sendo você. E que respirando diretamente dos seus pulmões, recordo-me que, sem seu amor, a asfixia me tem. Sem você, eu desaprendi a existir. Esqueci que sou alguém além de ser você.
Casebre e Porredesaudade.  (via porredesaudade)
Antes de querer encontrar alguém, se encontre. Para que você não impute à essa pessoa a impossível tarefa de lhe fazer feliz. Porque ninguém nunca será tão bom a ponto de carregar seus pesos, suas frustrações e você sobre os ombros. Porque ninguém é perfeito, e tampouco paciente demais para querer a responsabilidade de ter duas vidas para ser remetente de coisas boas. Por isso, antes de encontrar alguém, encontre em você, o que te fará feliz. Se ame, se respeite e, acima de tudo, se entenda. Pois é quando você compreende do que é capaz, e do que seus braços não alcançam, é que entra o dever de uma segunda pessoa. Te ajudar a entender e a superar, e não de concluir tal tarefa. Somos donos da nossa própria felicidade, ela está na essência. E caso encontre alguém, antes mesmo de se encontrar. Tenha absoluta certeza de que irá perde-lo.
Juliana Ribeiro.
Você matou meus demônios com apenas um beijo. E com a mesma saliva criou outros medos. Me fez esquecer completamente a noção do certo e me fez cometer o errado. O repugnante ato de sentir. Seu olhar me desestruturou em meio ao escuro que eu havia me tornado. Foi a luz cegante do teu sorriso que me fez perceber que, não importa pra que túnel eu corra, haverá sempre um luz ao fim. Ou um holofote inteiro para me engolir. Eu tirei a máscara para você, e deixei sob a luz amarela do poste a minha face. Limpa e doce. Deixei escancarado o meu medo de que, a partir do momento em que você me toca, eu viro nada. Eu me desmonto como castelo de cartas. Porque apesar de parecer um pouco forte, eu sou isso aqui, esse efeito dominó e que todas as minhas peças foram feitas sob medida para serem derrubadas. Eu não tenho alicerce. E eu espero que você, dessa vez, não me derrube.
Busy Bee, Louisa.
E se ele te chamar, lembra que o caminho é pra frente, nunca para trás. O que tinha de acontecer já aconteceu, já foi, passou a vez. Existem 7 bilhões de corações no mundo, não se apegue a um que não te abre a porta.
Juliana Ribeiro.
Porque todo fim de noite meu peito dorme, manso e calmo, com a certeza de que nada vem.
Juliana Ribeiro.
Eu que já fui chuva, hoje escorro por aí.
— Juliana Ribeiro.
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